O que não se fala sobre projetos: crescimento dói

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Falar sobre crescimento é fácil. Difícil é falar sobre o que ele realmente exige No discurso comum, projetos de crescimento costumam ser apresentados como algo positivo, rápido e desejável. Crescer aparece como sinônimo de sucesso, evolução e melhoria contínua.  No entanto, há um aspecto menos visível e raramente discutido, que acompanha qualquer projeto que realmente transforme uma organização: o desconforto. Crescimento dói. Não porque algo esteja necessariamente errado, mas porque mudar estruturas, processos e pessoas nunca é neutro. Projetos que geram crescimento real mexem com o que já estava estabelecido. Eles deslocam zonas de conforto, desafiam rotinas conhecidas e colocam decisões antigas sob revisão.  E isso, inevitavelmente, gera tensão. Crescimento não é apenas expansão, é ruptura Um erro comum é tratar crescimento como simples expansão do que já existe: mais clientes, mais ferramentas, mais pessoas, mais entregas.  Na prática, projetos que realmente cre...

Repassando




Casa arrumada é assim: Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.


Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não centro cirúrgico, um cenário de novela. 
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas... 
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo: Aqui tem vida...

Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar. 
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha. 
Sofá sem mancha? Tapete sem fio puxado? Mesa sem marca de copo? Tá na cara que é casa sem festa. 
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.

Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde. 
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...

Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda. 
A que está sempre pronta pros amigos, filhos... Netos, pros vizinhos... 
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.

Arrume a casa todos os dias... 
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo para viver nela... 
E reconhecer nela o seu lugar.

[Carlos Drummond de Andrade]

Minha casa é exatamente assim... cheia de vida, cheia de alegrias, cheia de histórias bonitas, alegres, tristes... cheia de energia positiva pra distribuir...
Amo minha casa, porque eu tenho um lar!

Postado por Sandra Duarte Borges às 12:56 

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